CLOSER PERTO DEMAIS

Foi nesse filme que me apaixonei pelo Clive Owen.
É um filme para se rever a cada momento da vida em que não tenhamos desistido da aventura que é conviver, amar, o que acaba por muitas vezes a nos levar frente ao nosso reflexo no espelho do outro…

“Muito louco” esse filme, que pode nos trazer a reflexão que ali ninguém amava ninguém, mas todos se amavam muito…
Tal qual na vida real… Quando colocamos no amor a expectativa das carências atendidas; que no amor está implícito receber; a troca que no cotidiano acaba por tornar-se barganha e, muitas vezes, o que chamamos de amor e felicidade é o prazer não só do sexo, mas da conquista que segue como posse…

O meu mundo é lotado de de Annas, pessoas que não ficam sozinhas, precisam de um par constante mesmo que tenham que trocá-los constantemente (o filme começa com ela recém-separada, permitindo-se ser atraída pelo Dan e logo depois casada co Larry).

Conheço muitos Larrys, capazes de relacionamentos superficiais on line, que arriscam por trazê-los pro mundo físico (quando ele encontra a Anna, supreende-se que ela seja tão bonita).

A porção Dan é a que está mais presente no nosso mundo, aquela coisa de testar o sex apeal, de insistir numa paquera, o “não” parece estimulá-lo enquanto ele não adquiriu seu objeto de desejo. Ao meu ver ele é a versão masculina da Anna, começa tendo uma namorada de nome Ruth, vai morar com Alice, se apropria da sua vida escrevendo um livro baseado nela e enquanto isso mantém um caso com Anna, que por sua vez, sabendo-o comprometido, sapeca-lhe um beijo, seduz como se fosse apenas seduzida e segue casando-se com Larry.
Entendo, às vezes é difícil escolher, às vezes o atendimento às nossas necessidades está diluído em pessoas diferentes…

Da 1ª vez que vi este filme, não tinha percebido que Alice era a grande invejada da trama, embora não tenha sido a escolhida. Dessa vez a vi como aquelas personagens dos contos de fadas que esperam pelo príncipe encantado, ainda que não espere sentada, ativamente ela espera.

Ela poderia amar Dan por toda a vida, se ele soubesse ou tivesse aprendido conhecê-la, entender que ela realmente o amava, que muitas vezes estar fisicamente com alguém, não significa estar amando alguém, alguém que pense assim pode ser striper sem trauma, sem culpa e sem traumatizar. Alice não tinha culpa e vivia bem com isso. Dan poderia ter percebido que a única ambição de Alice/Jane era ser amada com carinho e verdade. Ela nunca trazia bagagem e acostumada que era a separar razões e emoções, desta vez não traz sequer um nome. E se Dan viveu com ela tanto tempo sem sequer descobrir seu verdadeiro nome, como poderia conhecer sobre o seu amor? Interessado que estava em ter exclusividade sexual, entretido na competição com Larry, ele não olhava para nada que não fosse ele mesmo que se refletia em… Anna(?)

Sim, Dan ama Anna que o ama também! Mas este é um filme sobre as contradições que nós criamos, sobre as dificuldades que sobrepomos ao que já não é tão fácil, ainda que seja simples. Sobre a nossa falta de coragem de encarar nossas fragilidades, defeitos e dificuldades de escolha (e quem sabe, por que não, buscar terapia?).
É ai que Larry deita e rola, ou melhor, deita e dorme.
***
Larry merecia um “capítulo” à parte.
Qual a mulher que nunca trombou com um homem desses ditos experientes, que seduz, conquista, briga por sua posse, joga com a sua culpa (pra ele mulher boa é a culpada que enquanto remói as culpas não sai de casa) pra dormir no final?
Sem falar que, ele pecebendo a natureza depressiva da pobre coitada, acha que fazer feliz é fazer com que ela permaneça infeliz (assim é se lhe parece?). Repito “muito louco”, tipo o masoquista implorando ao sádico que pare de torturá-lo….
Grande filme, agendei pra rever ano que vem.
***
Esse blog me faz feliz demais! Onde poderia escrever essas coisas, que pasme, penso?

Em: 28 dejulho de2008 – no blog Cinema é aMinha Praia

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BATMAN, O CAVALEIRO DAS TREVAS

Domingo, Cine Palácio, Rio de Janeiro. Não consigo de imediato saber se a fila para a compra de ingressos está maior que a fila para entrar na sala e a fila da pipoca não fica muito distante em tamanho também. Bastante gente, vozerio, confusão. Pela primeira vez deixei de assistir a um filme do Batman na estréia. Estrategicamente, abandonei os shopping e deixei pra vir no domingo, que segundo dica de amigos, os cinemas no Centro estão vazios. Meus amigos devem ser muito tagarelas, pois, inteligentemente todo mundo traçou a mesma estratégia, e lá estava eu enfiada no meio de uma bem comportada multidão (ainda assim multidão) e sem o ar condicionado do shopping o que me fez pensar se não havia traçado uma estratégia suicida… But, no stress, o morcego merece!

Não me preparei para ver esse filme, apenas me concentrei para o baque triste que seria ver o Heath Ledger. Não li nenhuma crítica e não perguntei a ninguém. Ao ‘Batman Begin’, assisti 4 vezes, a este precisarei multiplicar esta quantidade em função de tanta qualidade, porque é um BAT FILME! O filme é sobre o Duas Caras, tem um Coringa que será inigualável (entendo que nunca é tempo demais, no entanto mantenho: inigualável = jamais será igualado.), tem metáfora da vida de como o homem perfeito deixa de sê-lo, tem diálogos muito legais pra um filme de ação. Ação? Não só, mas também. Batman é um filme com bastante ação, muito suspense, algum drama, uma pitada de romance, que desencadeia tudo o que acontece no filme e ainda mostra que para grandes atores não existe participação discreta, leia-se, Michael Caine e Morgan Freeman. Duas horas e trinta e cinco minutos e achei pouco.

Acontecendo quase que totalmente à noite, todas as cenas são bem visíveis, inclua-se aí as de lutas, totalmente superiores às dos outros filmes. Batman se torna mais um personagem no meio de tantas excelentes atuações, mas retoma a sua veia de detetive, mostra toda a sua inteligência e mostra que não é tão dependente da criatividade genial e conhecimento tecnológico do Lucius Fox (Morgan Freeman).

Creio que seja a melhor história que já vi em filmes de super-heróis. E aí todo mundo já sabe a resenha sobre Gothan. Na cidade tomada pela corrupção e outros crimes, Batman ganha o reforço do promotor Harvey Dent (Aaron Eckhart), o “Cavaleiro Branco” legítimo representante do povo, que luta sem máscara e sem medo de colocar a “bagaceira” do crime atrás das grades. Com quase toda a máfia na cadeia, os remanescentes em liberdade aceitam uma proposta de um louco corajoso e anarquista que não quer o poder, quer instaurar o caos na cidade, quer levar as pessoas ao seu limite.

Sim, o Coringa de Ledger é o mensageiro do caos, aquele que quer mostrar que todos tem um lado oposto ao lado bom e que, bem manipulado vem à tona e prevalece. É como se ele soubesse a moeda de troca de cada um, ele sabe os valores de cada uma daquelas boas pessoas e faz o que precisa fazer pra ver esses valores ruirem.

Estranhei dessa vez a voz de Bale, acredito que seja porque neste filme, Batman fala muito mais que no anterior, onde só falava frases curtinhas. Mas se em Begins víamos um Batman que sabia se controlar, nesse Cavaleiro das Trevas o bicho pega! O Coringa tira realmente esse Batman do sério. Na cena do interrogatório na delegacia, vemos o nível da loucura desse Coringa que me pareceu um endemoinhado com alguns trejeitos de Jack Sparrow à beira de uma crise manicomial, histriônico, absurdo, assustador e pasmem: engraçado. Nesta cena, o maluco parecia agregar à sua loucura o efeito de qualquer droga que tenha adormecido o seu couro. Tudo para o descontrole do nosso herói! E se numa cena anterior Batman repreende o promotor de que não era certo trucidar um capanga debilóide do Coringa, à frente do palhaço ele se esquece disso e “manda ver” até perceber que ele não assusta o palhaço malvado.

É realmente um grande filme, uma grande história, uma grande direção e como se não bastasse, recheado de grandes interpretações. Umas poucas bobagens passam pela nossa cabeça quando por exemplo, tentamos entender como o Coringa consegue plantar tantas bombas em tantos lugares sem que ninguém veja e como fica no hospital um paciente tão importante, mas essas questões são expulsas da nossa mente mediante o que vemos na tela.

Eu particularmente fiquei com uma sensação de que o meu herói perdeu e perdeu feio. Sossego, amor, amizade e um tanto do juízo. E não é pra menos, afinal, testemunhei como um cidadão do bem, parceiro de luta pela justiça pode transformar-se num vilão depois de perder o que mais significava pra ele, deixando-se naufragar no ódio e na vingança. Senti uma certa mensagem de desesperança, amargura nesse nascimento do Duas Caras. Ver o promotor acima de qualquer suspeita, transformar-se num feio e deformado me pareceu uma metáfora do que acontece quando perdemos o controle e nosso emocional vai para onde não consegue mais voltar. Mas que maquiagem! Só acho que ele falou bem demais, Se o Coringa queria mostrar que a verdadeira face de Harvey Dent não era a que todos viam, consegue. Aliás, neste filme, Coringa consegue quase tudo, só não consegue matar o eterno morcego e é neste filme que se conhece em profundidade a BAT ALMA do morcegão.

Em tempo: Não vi o Heath Ledger, só o Coringa estava lá…

UM BEIJO ROUBADO

 
Esse filme me prendeu já nos primeiros diálogos, tipo uma identificação imediata. Muito fofo!
Achei que a Elisabeth, aceitou provar a torta blueberry porque ela iria para o lixo sem nunca ter sido tocada. Bem legal essa colocação de que não há nada de errado com aquilo que não é escolhido, como muitas vezes o que é escolhido não tem nada demais. Mas bem que pensei, nunca na minha vida quero ser a torta não escolhida, embora, prefira sempre eu mesma escolher…

Achei um pouquInho arrastadinho em alguns momentos, mas não gostei menos por isso. Gostei muito desse filme que a mim pareceu falar da necessidade que temos de nos perder de nós, para nos achar.
Do quanto é difÍcil nos desapegarmos daquilo que imaginamos ser nossa, vida, nossa salvação, nosso amor. Muito tocante a situação de um casal quando o amor acaba de um lado, sendo substituÍdo por um outro sentimento que a parte abandonada não entende, não respeita, não aceita. Mesmo as boas criaturas são capazes de atrocidades amorosas.
Mas o que me enterneceu foi perceber que mesmo alguém sensível, observador e com uma cabeça eternamente em movimento pode ser sossegado e permanecer o mesmo e no mesmo lugar. Eu que sempre associei conhecimentos assimilados com inquietação e mudança. E a constatação do Jeremy de que não se pode mais fumar em lugar algum…

Jeremy possui uma inquietação, uma sede de evolução, amadurecimento. Eu uma pessoa que se mudo, me mudo e achava uma coisa inerente a outra e percebi que não necessariamente…. Entendeu?
Talvez esse seja o grande lance do filme… Conhecer as diferenças do outro, entendê-las, sem necessariamente praticá-las embora de certa forma delas participemos…

Jeremy, queria ser atleta, viajar, quebrar recordes,ganhar prêmios. Acabou por criar raízes, fixou-se e se a princípio parecia parado no tempo, um guardião de chaves (e chaves eram dores, desiluões, fim de romances) inclusive a dele próprio. No entanto, era um cara que sabia se mobilizar pelo que queria. Capaz de roubar um beijo, de enrolar um cigarro e tê-lo sempre à espera, de procurar por telefone todas Elizabetes em restaurantes de Detroit(? esqueci… mas não importa).
É a partir desse beijo roubado que ele se movimenta, então, desde o ultimo “toco”, nada de interessante acontecia na sua vida, nada que valesse a pena algum esforço, a não ser a rotina dos sabores (isso é nome de poema rsrssr). Ele tinha um interior em movimento, observando, vendo, vivendo, só o seu externo parecia estar parado, como constatou a ex namorada que o visitou durante a viagem da Liz e depois dessa visita as chaves desaparecem, ele muda, esconde a fita e refaz o filme desta vez consentidamente (viagem minha, ok?)
No diálogo final com a Liz, por sinal eu achei primoroso! Leslie diz que ela precisa aprender não confiar e Liz responde que Leslie precisa aprender a confiar.
Não são atitudes, posturas, pareceres, diferentes que separam… Diante de uma desilusão amorosa, Liz viaja e Jeremy fica, cada um a seu modo conseguindo limpar sua área, juntar seus cacos pra um recomeço. Isso é divinoooooo!
Eu achei esse filme de uma riqueza “esculachante”! Vou ver de novo sim. Até porque pretendo montar um almanaque de desilusão amorosa com arranhões reduzidos…
Quanto ao talento do Jeremy, do jeito que é fofo nem precisava saber cozinhar…E ainda beija bem!

Em 22 de julho de 2008 – Comentarios no bog Cinema é a Minha Praia

MATCH POINT

Tem gente que é bom pra caramba no que faz. Tem gente que além de ser bom dá uma sorte danada! Tem gente que é bom mas vive na obscuridade da ausência de notoriedade! Outros não chegam à fama… Notoriedade pra mim é reconhecimento mesmo que por parte de uma circunscrita platéia. Agora, não podemos negar que há os sem-talento que acreditam no que fazem e, a despeito da sua mediocridade artística vão pro teatro, fazem o filme, escrevem o livro, aparecem na TV e vendem isso tudo! Não sei exatamente se sinto uma dor de cotovelo aguda ou se minha ética está em convulsões, quem sabe os dois</em>?</blockquote>

Deve haver um crivo do destino que abençoe aqueles que terão sucesso. Independentemente da genialidade.

Eu nunca acreditei em sorte, eu achava que bastava ter talento, trabalhar muito e o resultado positivo, em sucesso, fama ou grana seria conseqüência. Enganei-me! Percebi isso depois que vi o filme Match Point.

Você viu esse filme? Veja.

Basta um segundo de sorte pra catapultar qualquer FDP ao sucesso e, abre parênteses, tem gente que é FDP mas cria oportunidades e, conforme as oportunidades criadas, tornam-se exatamente por isso, uns FDP genuínos com discursos prontos e requentados do tipo: “<em>os fins justificam os meios</em>” ou “<em>preciso arrancar algo da vida já que nada ela me deu</em>”.

Tenho dúvidas cruéis a respeito do filme…

Não sei exatamente se é um filme a respeito do que desejamos alcançar. Se uma fábula sobre o que estamos dispostos a fazer para chegarmos a um objetivo. Sobre onde pode nos levar nossa ambição, ou nosso desejo visceral de obter algo. Seria um comentário a respeito do nosso medo de perder? Sobre o que nos leva a perder-nos de nós mesmos? Seria um filme que aborda uma renúncia ou destituição de valores, já que, o personagem principal parece jamais ter tido…

Mas principalmente tenho dúvidas se não é um filme a respeito do que é possível perder… Não sei.

De tanto não saber, esse filme de certa forma mudou algo em mim, algo que me deixou profundamente calada. O “<em>ponto final não é nosso</em>”. A “<em>cereja do bolo</em>”, não é competência das nossas mãos…  Tudo é muito mais que a moeda do “<em>cara ou coroa</em>”.

Se aquela aliança caísse um centímetro mais distante da margem, as razões mudariam de dono e todo um universo pessoal mudaria de curso. Voltaríamos pra casa com a alma lavada e sonharíamos com um mundo mais justo e eu não teria mudado minhas percepções a respeito da sorte, do destino e do acaso…

É só um filme, porém um decalque do que há e pode vir acontecer.

O filme mostra que existem casos em que a justiça não é feita por simples conivência do “acaso” e que este acaso não toma partido… Pequenos fatos indigentes acabam por determinar a sorte de renome, não importando o que ela (sorte) possa carregar em si.

<blockquote><em><strong>A sorte existe e ela é imparcial nas suas bênçãos!</strong></em></blockquote>

Aqui na minha casa há uma controvérsia. Tem gente que detesta Woody Allen! Eu, pior que detestar, era uma ignorante no assunto. Não vejo filmes por direção, me guio pelos releases, bonequinhos e estrelas. Quanto menos estrelas, mas vontade de ir assistir. Meu gosto costuma ser o oposto do bonequinho que na minha ridícula opinião, vê mas não entende nada, porque ele não vê os filmes com os olhos da emoção.

Assisti Match Point em setembro/2007 já em DVD, só a partir daí fui rastrear este diretor, pois havia visto há tempos o “Rosa Púrpura do Cairo”. Descobri que este Match Point é o primeiro filme dele em cenário Londrino. Descobri o quanto Woody Allen pode ser ardiloso, quando num filme como este, logo nas cenas iniciais, vemos Chris lendo “Crime e Castigo” de Dostoyevsky. Descobri que o cinema, assim como a vida, é lotado de sutilezas e são essas sutilezas, tanto na vida quanto no filme, que fazem a diferença e, muitas delas sequer percebidas por nós, permitem que pensemos no quanto somos geniais.

<blockquote><strong><em> Match Point é um filme (crime?) perfeito!</em></strong></blockquote>

O ESCAFANDRO E A BORBOLETA

 

Vi na quarta-feira o “Escafandro e a Borboleta”. Aqui no Rio, no Odeon. Não há multiplex que me tire o prazer de ir ao um “cine rua”. Ir ao Odeon, é fazer parte do nosso próprio filme. Estou meio zonza, ainda. Não sei exatamente o que lhe dizer. Não assisto filmes com olhos críticos, eu sou uma pessoa que acha que “cinema é a melhor diversão”. Não dispenso o papo com os amigos depois da sessão e regamos os comentarios e opiniões com um chopinho… Diferentemente do que eu imaginei, não chorei nem me comiserei. Digo que sufoquei no ângulo restrito do olho esquerdo de Bauby. Me angustiei com a vista embaçada e a escolha de cada letra de cada palavra. Estou mais pro negão voluntário, sem nenhum jeito pra coisa. Não deu pra comparar com outros filmes com temas similares, esse cara era um cara que queria viver. Fomos ao extremos de uma situação pra perceber que a vida é feita de poucas coisas pequenas que valem realmente a pena e não a vemos enquanto tempos tantas outras coisas importantes pra fazer. A 1ª comemoração do dia dos pais… E tudo começou quando ele decidiu deixar de ter pena de si mesmo. Simplesmente foi em frente, fazendo o que tinha pra fazer, da maneira como poderia ser feito. Não se abrigou em nenhuma religião e achei interessante isso, ele segue vida em frente, passando pelos obstáculos, cumprindo tarefas. Continuou simplesmente sendo a mesma pessoa, porque talvez, o que sempre o sustentara e ele não percebia era a porção sonho e imaginação que ele tinha… Criatividade, bom humor. Uma tragédia e ele fala com tanta simplicidade, as randes descobertas que elvaram a humanidade foram simples: Uma roda, uma fogueira e agora piscadelas Em:11 de julho de 2008 – cmentpario no blog Cinema é a Minha Praia